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Manifesto da Sociedade Civil maranhense pelo Impeachment de Roseana Sarney Murad

Novembro 29, 2011

As entidades abaixo-assinadas têm por objetivo pedir o impeachment de Roseana Sarney Murad. O Maranhão está completamente desgovernado. São sucessivas greves, onde os trabalhadores do nosso estado têm se mostrado insatisfeitos com o poder que comanda e oprime o nosso povo.

O atual movimento dos Policiais Militares, Bombeiros e Polícia Civil nos parece a gota d`água. A solução apresentada pela governadora (se é que podemos chamá-la assim) é criminalizar os grevistas. Diariamente os seus veículos de comunicação (Sistema Mirante) agem no intuito de tentar colocar a população contra a greve, tentando esconder a total responsabilidade do governo pelo impasse.

Estamos diante de um clima de caos, causado única e exclusivamente pelo descaso criminoso do poder público estadual do Maranhão. A governadora Roseana Sarney Murad tem demonstrado que seu governo não está comprometido em cuidar das pessoas como diz a sua propaganda enganosa.

A saúde não existe e é marcada pela imensa e deslavada corrupção de seu cunhado, Ricardo Murad.

Na educação, enquanto a sociedade clama pelos investimentos em 10% do PIB, ela estatiza ilegalmente a fundação de seu pai, tentando manter o Convento das Mercês como museu de sua família.

Na área da cultura ela vai torrar milhões bancando uma escola de samba do Rio de Janeiro, sem qualquer justificativa.

Some-se ao crescimento da miséria, a violência no campo, ao avanço do latifúndio, ao profundo desrespeito aos diretos humanos e temos uma mostra do que é o Maranhão sob o desgoverno de Roseana. Estamos viajando num trem descarrilhado!

Por isso, solicitamos a Assembléia Legislativa do Estado o Impeachment da Governadora Roseana Sarney Murad.

Porém, se esta mesma Assembléia continuar de costas para a sociedade, nós esperamos que as instituições federais tomem uma providência urgente.

A coisa já passou do limite!

ANEL
CES
CSP CONLUTAS
JUVENTUDE PDT
JUVENTUDE PSB
MEI
NAJUP NEGRO COSME
OS LIRIOS NÃO NASCEM DA LEI
TRIBUNAL POPULAR DO JUDICIÁRIO
UBES
UJS
UNE
UNIÃO ESTUDANTIL PINHEIRENSE
VALE PROTESTAR

Sindicalista recebe ameaças de morte

Junho 1, 2011

Presidente do Sindicato dos Comerciários de Pedreiras/MA registrou boletim de ocorrência em delegacia da cidade e apresentou denúncia ao Tribunal Popular do Judiciário.

Em visita à sede de uma das entidades que compõem a coordenação do Tribunal Popular do Judiciário, a Cáritas Brasileira Regional Maranhão, em São Luís, o senhor José de Sá Barreto, presidente do Sindicato dos Comerciários de Pedreiras/MA, denunciou estar recebendo ameaças de morte naquele município, justo por conta de sua atividade sindical.

Barreto é também militante da Rede de Defesa dos Direitos e da Cidadania do Mearim, uma das entidades que compõem as Redes e Fóruns de Cidadania do Maranhão, também integrantes do TPJ. Ele recebeu diversas ameaças por telefone e um homem portando arma de fogo lhe fez uma “visita” à sede do sindicato no último dia 23 de maio.

No dia seguinte ele registrou boletim de ocorrência na 14ª. Delegacia Regional de Pedreiras, na presença da Delegada de Polícia Civil Maria Eunice Ferreira Rubem. Barreto acredita ter inimigos, conquistados ao longo de muitos anos de atividade sindical, mas não suspeita quem poderia ter interesse em matá-lo. Ele tem feito diversas denúncias contra lojas e comércios de Pedreiras que desrespeitam a legislação trabalhista.

Estagiário do STJ é demitido por que estava atrás do presidente na fila do caixa eletrônico

Outubro 26, 2010

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Ari Pargendler demitiu um estagiário do curso de Administração na Coordenadoria de Pagamento do citado tribunal por este estar atrás dele em uma fila de caixa eletrônico nas dependências da instituição.

Marco Paulo dos Santos, de 24 anos, o estagiário demitido por “banal causa”, registrou um boletim de ocorrência (BO) na 5ª. Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal.

O estagiário estava atrás da linha de espera quando Pargendler ordenou que o mesmo se retirasse dali, pois estava “fazendo uma transação pessoal”. A ofensa gratuita incluiu agressão: o presidente do STJ tentou arrancar o crachá de Marco Paulo, enquanto gritava “você já era! Você já era!”.

Leia a matéria completa no Blogue do Noblat.