Posts Tagged ‘justiça maranhense’

Meta 2 do CNJ é martírio para a Justiça estadual

Outubro 21, 2010

ITEVALDO JR.

Cumprir a Meta 2 proposta pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o Judiciário estadual se tornou um martírio. A Justiça maranhense é antepenúltima na quantidade de processos julgados, estando à frente somente dos tribunais do Rio de Janeiro e Bahia.

Nesta semana o desembargador- corregedor divulgou um balanço do Meta 2 no estado. São 26.574 processos pendentes de julgamento no Maranhão. Todos os processos distribuídos até 31 de dezembro de 2005 deverão sem julgados até dezembro deste ano.

Leia a matéria completa no Blogue do Itevaldo.

Embargue-se a justiça maranhense

Dezembro 11, 2009

POR JM CUNHA SANTOS

Eu vou dizer o que aqueles deputados não têm coragem de dizer, já que minha capacidade de indignação ultrapassou todos os limites: a Justiça maranhense é corrupta, irremediavelmente corrupta. E se tentarem me processar e prender chamo como testemunhas o Conselho Nacional de Justiça, a Associação dos Magistrados do Maranhão, o desembargador Antônio Fernando Bayma Araújo, o Tribunal Popular do Judiciário e os gerentes de alguns bancos e empresas que tiveram que pagar indenizações milionárias em processos visivelmente sucateados na sua ordem de tramitação. Chamo também advogados, promotores e juízes honestos que, publicamente ou não, lamentam todos os dias o grão de devassidão no Poder Judiciário.

(…)

São tantas as denúncias, tão escabrosos os fatos a melindrar a idoneidade da justiça maranhense que já é hora de alguém dizer alguma coisa séria com relação a isso. A indignação da sociedade chegou a tal ponto que aqui se criou o Tribunal Popular do Judiciário, organizado pela Cáritas Brasileira e outras entidades da sociedade civil. Entre muitos pecados do Poder Judiciário, o “Tribunal” acusa a omissão com os crimes ambientais e omissão e envolvimento com a corrupção eleitoral. Gente deste “Tribunal” chegou a assinar uma representação contra 5 desembargadores que foram condenados a devolver aos cofres públicos diárias recebidas indevidamente.
Leia o texto completo no blogue de Cunha Santos.